sábado, 7 de agosto de 2010

baú dos quatorze anos continuação.

Os meus sonhos são como pequenos rios que vão se juntando e formando a maravilha da vida.São inicialmente pequenos acabáveis,mas todos têm grande importância,porque toda idéia têm outras pequenas que servem de base,de origem,do marco inicial do sucesso.

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Acreditar é uma virtude que poucos têm.A vida nos proporciona momentos fantásticos e nós não acreditamos neles.Disse Jesus:''Felizes os que crêem sem nunca terem visto.''E a vida é acreditar,confiar.Acreditar em Deus é acreditar em si mesmo,porque há um grande Deus em todos nós,que nos faz maravilhas todos os dias,todas as horas, a todos os momentos;ao caminhar, ao falar,ao respirar...
...Será que existe provas maiores do que essas?E porque não acreditar que Deus é tudo?
Remechendo minhas coisas, encontrei um caderno de anotações com algumas poesias que escrevi quando tinha quatorze anos.Acho que escrevia melhor do que escrevo.Esta aí algumas das anotações:

Não sei porque,mas tenho parado para observar o silêncio e suas mil faces.É como se o silêncio falasse e me quisesse dizer alguma coisa.Talvez não fosse o silêncio,fosse os meus desejos mais desesperados,as minhas vontades mais escondidas;tão escondidas que nem eu mesmo podia perceber.Podiam ser considerados detalhes, mas agora eu chamo de desejos da alma;voluntariamente eles surgiram como o outono,mas não davam o aspecto de morte e sim de mudança,"de vida";todas essas coisas só me fazem lembrar que quando a gente pensa que a vida não tem mais graça,tem alguém bem ali do seu lado,que você ainda não percebeu,ou ainda não descobriu,que ela é o seu desejo da alma e ainda não sabe porque tem medo de não ser.
Não se intimide com os obstáculos da vida,eles surgem para provar que você é mais forte do que eles e afinal,sem eles, a vida não teria a menor graça.